A TCI parte de um princípio simples e poderoso: se não usamos um membro, o cérebro “esquece” como utilizá-lo. Ao restringir parcialmente o uso do membro menos afetado, o paciente é incentivado, em ambiente terapêutico controlado, a utilizar o lado comprometido, ativando conexões cerebrais e recuperando habilidades perdidas ou comprometidas.
O plano terapêutico combina treinamento orientado à tarefa, orientação a familiares/cuidadores e metas funcionais claras (vestir-se, higiene, alimentação, uso bimanual etc.), sempre com monitoramento de evolução e foco na autonomia.